Hoje de manhã vi o arco-íris,pensei em pontes, deuses, serpentes e encontrei uma jiboia de meio metro na área externa do escritório que trabalho.
O nome Arco-Íris provém da mitologia grega, onde Íris era uma deusa que exercia a função de arauto divino. Em sua tarefa de mensageira, a deusa deixava um rastro multicolorido ao atravessar os céus.
Para os vikings é Bifröst a ponte arco-íris que liga Midgard (o mundo) a Asgard , o reino dos deuses.
Para as populações indígenas, de quase todo continente americano, é uma víbora que ataca a chuva e não deixa chover. A serpente Arco-Íris, personalizando um fenômeno meteorológico, é universal.
Os albaneses também crêem que arco-íris é uma serpente que desce à terra para beber água
Na África é a serpente arco-íris para sudaneses e bantos, a N’Tyama, cavalo de Nz’ambi, a Mu-kyama, etc. (Pe. Tastevin, Les idées religieuses des africains, 8, 10).
A serpente arco-íris desapareceu nas tradições brasileiras.
Na mitologia aborígene, Ngaloyd e Borlung são dois nomes místicos da gigantesca “Serpente arco-íris”, que através de seu movimento subterrâneo fez surgir serras e cordilheiras de montanhas, sendo a maior “prova” da existência da ‘serpente arco-íris’ a forma dos rios que teriam surgido enquanto a serpente rastejava sobre a terra.
No candomblé temos Oxumarê ou Oxumaré o orixá conhecido como a serpente arco íris. Sua característica é o movimento contínuo, que nunca descansa. Ele gira ao redor do mundo e ajuda a manter seu equilíbrio.





Oxumaré eu sempre achei meio gay. Sempre saltitante e rebolante... rs* Gosto dêla!
ResponderExcluirxerinho.